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terça-feira, 15 de novembro de 2022

Segundo trimestre de 2022: PIB da construção civil supera PIB da economia nacional

 

Um estudo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apontou que os resultados do PIB da construção civil no 2º trimestre de 2022 superaram os da economia nacional. A pesquisa “Desempenho Econômico da Indústria da Construção – terceiro trimestre de 2022”, mostrou que o setor está em alta há oito trimestres consecutivos, e teve um crescimento de 10,5% contra 2,6% do PIB do país.

Segundo o CBIC, este será o segundo ano consecutivo que o setor apresenta uma alta superior à economia nacional, o que não acontecia desde 2012 e 2013. Para Renata Costa, supervisora de vendas da Viana & Moura, os dados revelam um aquecimento gradual no setor. “Podemos afirmar que o mercado imobiliário foi aquecido com o aumento significativo de procura pela casa própria por parte da população. Esse aumento se intensificou na pandemia e se estende até os dias de hoje devido a necessidade que as pessoas sentiram em ter seu lugar para morar e sair do aluguel”, explica.

A pesquisa também identificou que o mercado formal de trabalho na construção civil registrou o melhor desempenho dos últimos 10 anos. De acordo com dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério da Economia, de janeiro a setembro deste ano, foram 283.566 vagas com carteira assinada. “A gente percebe que quando existe um aquecimento do setor, tudo ao redor é afetado. Se há uma procura maior por casas, existe também a necessidade de mão de obra para execução dos trabalhos. Só em Garanhuns nós possuímos 160 funcionários ligados a execução dos empreendimentos”, pontua.

Reforçando o crescimento da construção civil, no último mês a Viana e Moura entregou novas casas em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. Ao todo, já foram entregues mais de 1870 casas e a estimativa é que até o fim do ano mais 58 residências sejam concluídas na cidade. “A cada entrega de casas, firmamos o compromisso com a qualidade de vida das pessoas. Não vendemos apenas casas, nós proporcionamos moradia com qualidade, estrutura e desenvolvimento. E esse aumento também se deve aos incentivos, como o subsídio do governo federal, e oportunidades de financiamento com taxas diferenciadas e que cabem no bolso do cliente”, afirma.

As residências além de contribuir para o urbanismo ordenado, também realizam o desejo de várias famílias que almejam a casa própria, como é o caso de Jaynne Isabel, jovem de 28 anos que junto com o marido sonhava em ter o próprio imóvel. “Hoje ele não está aqui, mas esse sonho é dele também. Construímos isso juntos para nós e nosso filho. Muito feliz em realizar esse sonho”, conclui.

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