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quinta-feira, 12 de julho de 2018

Celpe: SJDH e Procon/PE reúnem-se com representantes de lotéricas

 Fotos: Ray Evllyn/SJDH


Buscando solucionar o impasse travado entre a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) e a Caixa Econômica Federal (CEF), que romperam o convênio para recebimento das faturas de energia elétrica no último mês de abril, gestores da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) e do Procon/PE receberam, nesta quinta-feira (12/07), representantes do Sindicato dos Lotéricos de Pernambuco. Em pauta, a apresentação de alternativas viáveis para minimizar os efeitos do término do convênio na população.

Durante a reunião, os gestores frisaram que a negociação entre as partes envolvem diretamente as Casas Lotéricas, visto que os custos dos estabelecimentos, segundo a CEF, integram o reajuste de mais de 70% aplicado pelo órgão à Celpe. Entretanto, o presidente a Sindicato, Telma Cristina, declarou que, embora haja um interesse conjunto dos lotéricos em continuarem a receber as contas, nada poderão fazer para intervir nas negociações.

A Celpe recebeu do Procon/PE um prazo de 48h para apresentar uma alternativa para os postos que estão inativos. Caso não cumpra a determinação, um procedimento administrativo deverá ser aberto e a Companhia poderá ser multada em até R$ 9 milhões. “Não há qualquer interesse do Governo de Pernambuco em multar nenhuma entidade. O que queremos é uma solução para que a população pare de ser penalizada” destaca a secretária-executiva de Justiça e Promoção dos Direitos do Consumidor, Mariana Pontual.

Também acompanharam a reunião, os gerentes geral e de fiscalização do Procon/PE, Erivaldo Coutinho e Roberto Campos, respectivamente.

FISCALIZAÇÃO - Duas equipes de fiscais do Procon/PE vistoriaram nesta quinta-feira (12/07) 19 estabelecimentos nos bairros de Casa Amarela, Água Fria, Arruda e Beberibe, no Recife, fornecidos pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) como pontos de recebimento de faturas. O órgão de defesa do consumidor comprovou que, do total, apenas quatro estavam funcionando. Também foram evidenciadas filas e falta de indicação da atividade nos postos habilitados.

“Há uma grande dificuldade das equipes em identificar os pontos de atendimento apresentados, porque não há qualquer tipo sinalização. Se nós que estamos com uma lista de locais nas mãos tivemos dificuldades, avalie a população que está tendo que adivinhar onde estão esses pontos” pontua a secretária-executiva Mariana Pontual, que também acompanhou as fiscalizações.

Imprensa Secretaria de Justiça e Direitos Humanos

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